sábado, 24 de outubro de 2015

Uma Aventura na Mansão dos Adeptos Rosa-Cruzes

Uma Aventura na Mansão dos Adeptos Rosa-Cruzes, de Franz Hartmann



Esta Aventura de Franz Hartmann em um templo misterioso não é mero romance, é na verdade o que se conhece como uma novela iniciática passada verdadeiramente nas escarpadas montanhas da Europa.

É um comovente e verdadeiro contato com autênticos Mestres Ressurrectos da autêntica Rosa-Cruz.

Passo a passo, sua leitura provocará no leitor um efeito transformador. O protagonista, que é o próprio autor, após um périplo nos Alpes tiroleses, depara-se com ninguém menos que o supremo guia dos rosa-cruzes, Imperator, além de outros Irmãos da Ordem, como por exemplo, uma grande mestra da Fraternidade Branca, publicamente conhecida como Joana D'Arc.

Nesta imperdível obra de puro ocultismo, serão entregues profundas gotas de sabedoria divina, as quais nos iniciarão em certos ensinamentos secretos, até então ocultados do mundo profano.

Entre diversos ensinamentos, antes indizíveis, serão explicados os segredos da Grande Obra.

Sobre o autor

Franz Hartmann (1838-1912) foi um célebre escritor teosófico, maçom e gnóstico, um dos maiores estudantes de ocultismo da Alemanha e um dos mais destacados pesquisadores de Paracelso, Boehme e da tradição da Rosa-Cruz.


 
Foi discípulo da grande mestra da Sociedade Teosófica Helena Blavatsky. Posteriormente, fundou lojas teosóficas na Alemanha, a partide de 1896. Traduziu inúmeras obras religiosas e místicas para o alemão, com destaque para o Bhagavad Gita.

Tentou estabelecer um mosteiro teosófico na cidade alemã de Kempten, tal como ele relata nesta sua incrível obra, Uma Aventura na Mansão dos Adeptos Rosa-Cruzes. Participou de vários grupos ocultistas.

Autor: Franz Hartmann
104 págs.
16 x 23 cm


http://www.esotera.com.br/loja/livros/alquimia-e-cabala/uma-aventura-na-mansao-dos-adeptos-rosa-cruzes-franz-hartmann


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terça-feira, 9 de junho de 2015

ZOHAR - O livro do resplendor




O QUE É O ZOHAR? Muitas pessoas que começam a se interessar pela Cabala se perguntam acerca de um dos mais sagrados livros do judaísmo esotérico, ou Cabala.


1 O que é o Zohar

O Zohar é uma coleção de comentários sobre a Torá, com o propósito de guiar aquelas pessoas que já alcançaram altos níveis espirituais desde a raiz (ou origem) de suas almas.

O Zohar compreende todos os estados espirituais que as pessoas experimentam à medida que suas almas crescem e evoluem. Ao final do processo, as almas alcançam o que os cabalistas chamam de “o final da correção”, o mais alto nível da plenitude espiritual.

Aqueles que não alcançaram nenhum nível espiritual pode lhes parecer que o Zohar é apenas uma compilação de alegorias e de lendas que podem ser interpretadas e percebidas de formas distintas por cada indivíduo.

Porém, para aqueles que alcançaram elevados níveis espirituais, ou seja, os cabalistas, o Zohar é um guia prático para levar a cabo ações internas, com o propósito de descobrir estados de percepção e de sensação mais profundos e mais elevados.

2 Para quem é o Zohar

Como temos mencionado na primeira resposta, o Zohar foi escrito por pessoas que já haviam alcançado a percepção espiritual. Contém as representações do rabi Shimón bar Jokhai (Rashbi), que havia alcançado todos os 125 níveis da escada espiritual. Rashbi descreveu o Caminho espiritual completo e o intitulou Zohar (“resplendor” em hebraico).

O Zohar está construído de maneira tal que aqueles que alcancem algum nível espiritual possam se beneficiar do que leiam nele. Previamente ao estudo do Zohar, necessita-se estudar outros textos que ensinem como compreender com propriedade os textos que estão no Zohar.

3 Quem escreveu o Zohar e quando o fez?

De acordo com todos os cabalistas, e como está escrito no começo do livro, o Zohar foi escrito pelo rabi Shimón bar Jokhai (Rashbi), que viveu nos séculos 2º e 3º de nossa era. 

Existem algumas opiniões nos círculos acadêmicos que afirmam que o Zohar foi escrito no século 11 pelo cabalista rabi Moshe de León. Essa opinião contradisse o próprio rabi Moshe de León, que afirmou que o livro foi escrito por Rashbi.



Para o enfoque cabalístico é muito mais importante a questão acerca de por que foi escrito, que quem pôde tê-lo escrito. O propósito do Zohar é ser um guia para as pessoas, para que alcancem a origem de suas almas.

O caminho que conduz à origem da alma de cada um consiste de 125 etapas.

O rabi Yehuda Leib Halevi Ashlag escreve que um cabalista que passou por todas essas etapas e que divide a mesma percepção espiritual que o autor do livro vê claramente que esse autor não poderia ter sido outro que Rashbi.

4 Por que o Zohar esteve oculto por tanto tempo

O Zohar esteve oculto durante 900 anos, entre os séculos 2º e 11 de nossa era, devido a que aqueles que possuíam sua sabedoria compreendiam que nesses tempos as pessoas não o necessitavam ainda, e que portanto mal interpretariam seu conteúdo.

Mas no século 16 de nossa era apareceu um cabalista que explicou os fundamentos da Cabala. Esse cabalista foi o rabi Isaac Luria Ashkenazi (1534-1572).

O rabi afirmava que desse momento em diante a sabedoria da Cabala estava preparada para ser revelada para todo o mundo.

Os comentários sobre os trabalhos de Isaac Luria e do Zohar apareceram no século 20, o século onde se viu a mais terrível explosão na história dos desejos humanos.

Durante esse período apareceu um grande estudioso, o rabi Yehuda Leib Halevi Ashlag (Baal HaSulam). Esse rabi explicou a sabedoria da Cabala de maneira que nossa geração pudesse entendê-la.

E ainda mais, Baal HaSulam foi o único cabalista do século 20 que escreveu comentários acerca do Zohar e dos trabalhos de Isaac Luria.

Isso não significa que não tenha havido grandes cabalistas antes dele, senão simplesmente que seus trabalhos os estudantes não os compreendem facilmente.

A popularidade atual e a grande demanda pela Cabala testemunha a disposição de nossa geração a absorver sua mensagem universal, e a compreender os textos autênticos que falam acerca da raiz de nossas vidas e como alcançá-la.

5 Onde posso encontrar o Zohar





domingo, 24 de maio de 2015

A DOUTRINA SECRETA - BLAVATSKY



A Doutrina Secreta, de autoria da grande mestra da Teosofia Helena Petrovna Blavatsky baseia-se na análise e interpretação das Estâncias de Dzyan, que esotericamente é considerado o livro mais antigo da humanidade, onde se revela a origem do Cosmo, do nosso universo e das Chispas Divinas que somos.

O livro das Estâncias de Dzyan em essência não é muito longo, são sete Estâncias ou curtos capítulos, escritos em uma linguagem simbólica tão condensada, que desvelá-lo e explicá-lo necessita de centenas de páginas.

Inclusive Madame Blavatsky, em suas explicações, nos desvela à exaustão os significados de todas as palavras do que as estâncias dizem. Essa é a maior e mais sábia obra que existe sobre metafísica, e ainda não houve autor que faça outro largo escrito dentro desse gênero que a supere, nem sequer que lhe aproxime, ainda que muitos tenham tentado e uns quantos ousados escritores tenham dito que o que eles publicaram seja semelhante ao desvelado por Blavatsky.

A Doutrina Secreta começou a ser escrita por Blavatsky no dia 23 de maio de 1879 e foi publicada pela primeira vez em Londres em outubro de 1888 em uma edição de 500 exemplares, que se esgotou antes mesmo de sua saída.

Em vista do difícil e longo conteúdo da Doutrina Secreta, que foi dividido em muitos países em seis tomos de aproximadamente 300 páginas cada tomo, cada vez menos pessoas a leem, até o ponto que há grupos espirituais que nem sequer a conhecem.

Todo estudante sincero e consagrado ao estudo da metafísica, em algum momento de sua vida terá de estudar a Doutrina Secreta e ter contato com a fonte sagrada de todos esses estudos.

A obra original de HPB foi escrita há menos de 150 anos e já é um dos maiores clássicos da literatura mundial de todos os tempos. Não há algo comparável a ela na literatura esotérica ou filosófica produzida e publicada nos últimos 3 mil anos. 

Para a sua leitura é necessário um esforço especial. A abordagem meramente intelectual tem pouco valor. A obra exige o despertar de uma intuição universal na consciência do leitor, algo que o seu estudo paciente possibilita e estimula.


Apesar dos desafios, A Doutrina Secreta revela muito mais da sabedoria eterna do que, por exemplo,  a obras de Platão, na Grécia antiga. Acompanhada de outros escritos de H.P. Blavatsky, a obra máxima da literatura esotérica moderna decodifica as principais religiões e filosofias de todos os tempos e define as grandes linhas da religião, da ciência e da filosofia do futuro.

Inicialmente, somente dois volumes de A Doutrina Secreta foram lançados ao público, e os outros dois, deixados à parte, para que os Mestres da Grande Fraternidade Branca percebessem algum real interesse por parte da Humanidade com relação ao Conhecimento Superior.

Sobre isso, afirma HPB: “Até aqui foram dados os esboços gerais das crenças e princípios das primeiras e arcaicas Raças, contidos nos registros Escritos, até agora secretos. Mas nossas explicações não estão de modo algum completas; e elas não têm a pretensão de divulgar todo o texto, que foi lido com ajuda de apenas três ou quatro chaves, das sete chaves de interpretação esotérica que há.

E mesmo isso só foi conseguido em parte. O trabalho é demasiado gigantesco para que uma pessoa tente fazê-lo individualmente, e ainda mais, para que possa completá-lo.

Nossa principal meta foi simplesmente preparar o solo. Isso, nós pensamos confiantemente que foi feito. Estes dois volumes constituem apenas o trabalho de uma pioneira que abriu seu caminho na floresta quase impenetrável e virgem da Terra do Oculto.

http://www.esotera.com.br/loja/livros/blavatsky
Foi iniciada a tarefa de destruir as raízes e derrubar as mortais árvores upas da superstição, do preconceito e da ignorância arrogante, de modo que estes dois volumes devem constituir para o estudante um prelúdio adequado dos volumes 3 e 4.

Enquanto o lixo acumulado durante as Eras não for afastado das mentes dos teosofistas a quem estes volumes são dedicados, é impossível que o ensinamento mais prático contido no Terceiro Volume seja compreendido.

Em consequência disso, a questão sobre se os dois últimos volumes serão publicados algum dia – embora eles estejam quase prontos – depende inteiramente do que os teosofistas e místicos fizerem, quando tiverem em suas mãos os volumes I e II”.



Por que A Doutrina Secreta É Fundamental

A Doutrina Secreta de Helena Petrovna Blavatsky tem sido reverenciada universalmente porque provê a base para todos os ensinamentos seminais da chamada Nova Era. Desde Gurdjieff até Samael Aun Weor, desde Alan Watts até David Spangler, desde Sigmund Freud e Carl Jung até Wassily Kandinsky e seus muitos sucessores, desde Alice Bailey até Edgar Mitchell, desde Manly Palmer Hall até William Irwin Thompson, desde Rudolf Steiner até John White, desde Edgar Cayce até Ken Wilber... investigações cuidadosas mostraram que o enfoque da filosofia perenne que A Doutrina Secreta apresenta, provê um fundamento para a obra de ditos e reconhecidos líderes da Nova Era, e a miúdo para suas teses principais.

De similar origem é o apaixonado e universal interesse em diversas práticas e ensinamentos de interesse geral. Exemplos disso são o interesse em diversas formas de meditação por um lado, e a atração mesmerizante de certas pedras preciosas e semipreciosas por outro.

O mesmo se pode dizer sobre incontáveis crenças e práticas adicionais, cujos efeitos psicobiológicos são amiúde investigados por cientistas. Da mesma forma, demonstrou-se que o renascimento cultural do Japão, da Índia e outros países asiáticos (o qual tem sido seminal na criação de numerosos êxitos do século 20) teve sua origem em grande parte graças ao trabalho de Blavatsky e seus mestres.

Ainda assim, e apesar de sua tremenda influência, tudo agora dá a indicar que os elementos mais profundos da Doutrina Secreta, os que têm uma fonte psicológica, não se explorou até agora. E, sem embargo, é precisamente em ditos fatores psicológicos que A Doutrina Secreta aponta para o próprio coração da doutrina secreta da mui antiga e profundamente influente filosofia perenne.

Esses elementos, como se mostra mais adiante, implicam que é indispensável tomar em consideração os ensinamentos psicológicos dessa obra. Se não se tomam em conta os fatores psicológicos, é praticamente impossível compreender de que se trata a magna obra de Blavatsky, e é quase inevitável cair em confusões, e em más interpretações.

Limitações metafísicas

Apesar disso, no passado se tomou como aceito que A Doutrina Secreta é estritamente um tratado de metafísica. Dita concentração sobre os aspectos metafísicos da magnum opus de Blavatsky gerou uma grande produção, dedicada ao que se poderiam considerar os aspectos intelectuais do ensinamento perenne

Ao mesmo tempo, essa concentração também resultou, lamentavelmente, em que ditos estudos estejam repletos de limitações, com consequências muito consideráveis, e não sempre felizes. O mesmo se poderia dizer com respeito a estudos realizados no século 20 sobre a filosofia perenne, e sobre os ensinamentos do movimento da Nova Era.

Mesmo assim, a perspectiva psicológica da Doutrina Secreta - que é a base dA DoutrinaSecreta e dos ensinamentos perennes - nos revela conexões previamente inesperadas com a obra de Jiddu Krishnamurti. Foi demonstrado, mediante investigações muito cuidadosas, que essas conexões resultam ser indispensáveis para poder compreender melhor não só a Blavatsky (HPB), senão também a Krishnamurti.

O ponto mais importante em referência a essas relações íntimas se poderia expressar da seguinte maneira: A essência da Doutrina Secreta, assim como das intuições e observações de Krishnamurti, é a transformação humana.

A expressão "transformação humana" se identifica muito intimamente com Krishnamurti - existe até uma série de seus vídeos que se chama A Transformação do Homem. Sem embargo, quiçá lhe soa algo estranha a um estudante tradicionalista da grande obra de H. P. Blavatsky. 

Isso se poderia atribuir ao fato de que, historicamente, estudos sobre A Doutrina Secreta têm enfatizado os aspectos metafísicos dos ensinamentos, e não têm tomado em conta suas muitas outras dimensões, particularmente a psicológica. Até agora, essa ênfase teve consequências extraordinárias, pois muitíssimas dos ensinamentos da Nova Era - os quais, recordemos, devem toda a sua origem ao trabalho de HPB - têm feito o mesmo, e interpretado A Doutrina Secreta como se esta se tratasse exclusivamente de um ensinamento metafísico.

Os estudos sobre a filosofia perenne no século 20 têm seguido um padrão similar, pois todos eles tomaram como premissa fundamental a presunção de que A Doutrina Secreta tem bases exclusivamente metafísicas.

Tais estudos tendem a se concentrar na casca conceitual da antiquíssima filosofia perenne, desconhecendo dessa forma a existência de seu coração psicológico e espiritual.

Mestres El Morya, HPB e Lout-Humi, os autênticos autores de A Doutrina Secreta